A popularização do e-commerce

A popularização do e-commerceSair de casa para comprar algum móvel, aparelho, livro ou outras necessidades já se tornou algo defasado nos dias atuais. A maioria dos internautas entrou na onda do comércio eletrônico apontando um grande crescimento nas vendas pela internet.
O termo e-commerce, do inglês Electronic Commerce, começou a ser largamente utilizado em 2000 por empresas que passaram a oferecer seus produtos e serviços através da internet. Nessa época, onde a acessibilidade de aquisição de um computador doméstico e a conexão com internet banda larga estavam em ascensão, o e-commerce foi se tornando um veículo cada vez mais importante para o negócio das empresas.

No início, assim como toda novidade que envolve questões financeiras, o e-commerce era muito associado a golpes virtuais, como por exemplo, empresas inexistentes ou a comercialização de produtos que nunca chegavam às mãos do comprador. Para solucionar este problema, algumas tecnologias foram aplicadas – como certificados seguros (SSL), que garantem a existência e a segurança nas compras realizadas pela internet. Vale ressaltar que o foco desse artigo é o comércio eletrônico entre empresas e consumidores, conhecido como B2C (Business-to-Consumer). Além dessa designação, existem também o B2B (Business-to-Business – transações entre fornecedores, como compra de produtos para revenda), o C2C (Consumer-to-Consumer – compra e venda entre pessoas na internet, como o MercadoLivre e o TodaOferta), e o G2C (Government-to-Consumer – relações entre o governo e o consumidor, como formulários de impostos).

O cenário do e-commerce viabiliza vantagens tanto para a empresa quanto para o comprador do produto. Pesquisar e comparar preços, simular formas de pagamento, obter informações detalhadas e comentários de outros compradores antes de realizar uma compra sem sair de casa é sinônimo de conforto para o internauta. Além disso, geralmente o produto é entregue em domicílio, dispensando o comprador de buscar a mercadoria. Para a empresa, as principais perspectivas de vantagens encontram-se no corte de custos, aumento dos lucros e o crescimento tecnológico no mercado empresarial. Através do e-commerce, a empresa comercializa seus produtos e serviços 24 horas por dia e 7 dias por semana, sem se preocupar com questões de atendimento pessoal, carga horária de funcionários e despesas como energia, telefone e manutenção predial. Por esse motivo, já é possível encontrar várias lojas virtuais, ou seja, que trabalham somente pela internet e não possuem um local físico. Outra vantagem é a oportunidade de armazenar informações da compra do internauta e trabalhar com marketing digital, possibilitando o direcionamento de promoções e ofertas de produtos relacionados às necessidades de cada consumidor.

Em 2001, ano em que o e-commerce começou a ser praticado, o faturamento no Brasil fechou em aproximadamente meio bilhão de reais. Com o crescimento do investimento em comércio eletrônico e a aceitação cada vez maior pelos internautas, esse número aumentou gradativamente, fechando nos últimos anos com um faturamento aproximado em 12 bilhões de reais!
Em uma pesquisa realizada pela consultoria TNS Research International, os resultados apontaram que 92% dos internautas normalmente recorrem à internet antes de comprar algum produto ou contratar algum serviço. Dessa porcentagem, 76% costumam visitar fóruns e blogs em busca de informações. As opiniões de outros consumidores sobre produtos e serviços e avaliações do sucesso da compra são fatores que auxiliam o internauta na hora de escolher o produto e aonde comprá-lo. Além disso, 43% ainda utilizam redes sociais para obter informações, indicações e experiências de outros consumidores.

Como era de se imaginar, a tendência do e-commerce é a aceitação cada vez maior dos internautas, bem como a sua ampliação em outros setores comerciais, como restaurantes, farmácias, e locadoras, por exemplo. E você, já usufrui do comércio eletrônico ou prefere comprar produtos em lojas físicas?

Até a próxima, abraço!


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