Requisitos inversosAlô, leitores! Há algum tempo, publiquei um artigo sobre a importância dos requisitos não-funcionais no desenvolvimento de um software e também comentei brevemente sobre os requisitos funcionais. Além destas duas categorias de requisitos, existe também uma vertente conhecida como requisitos inversos. Já ouviram falar?

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The Developer's Conference 2013 - TDC

Este ano tive a oportunidade de participar do evento TDC 2013 (The Developer’s Conference) na cidade de Florianópolis, considerado um dos eventos mais populares sobre tecnologia na região. Logo, decidi elaborar este artigo para compartilhar um pouco do que foi apresentado nas palestras, bem como a minha percepção e opinião geral do evento. Este review trata especialmente das trilhas que participei: Banco de Dados, Java e Arquitetura.

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Gerenciamento de equipes com Scaling AgileÀ medida que um time ágil começa a crescer, é natural que o gerenciamento da equipe se torne cada vez mais difícil. Algumas vezes, os princípios ágeis podem até se perder em meio a tantos integrantes. No entanto, é necessário que a equipe cresça conforme o software ganha novas funcionalidades e precisa de mais recursos humanos para mantê-lo.
Neste caso, como podemos gerenciar uma equipe ágil grande?
Bem, convido vocês para discutirmos sobre Scaling Agile.

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OpenUP: A aposta da IBM no cenário ágil

A adoção de uma metodologia ágil é cada vez mais frequente nas empresas de desenvolvimento de software. Por conta disso, a procura por cursos de Desenvolvimento Ágil e certificações crescem gradativamente para capacitar os profissionais envolvidos nas atividades de desenvolvimento. Bom, sabemos que as práticas de gerenciamento de equipes estão em constante evolução e muitas empresas estão adaptando os princípios ágeis dentro da cultura da organização, resultando em equipes de alta performance. Nesse contexto, a IBM apareceu para sugerir uma nova metodologia ágil conhecida como OpenUP.

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A prostituição do softwareSaudações, leitores. Neste artigo, focarei um pouco mais no meu senso crítico e irei abordar um assunto nada agradável para nós, desenvolvedores. Trata-se da prostituição de sistemas informatizados, desenvolvidos e vendidos por profissionais “recém-ingressados” no mercado de softwares.

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