Por quê os bancos investem em tecnologia?Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, HSBC, Itaú, Santander e Caixa Econômica Federal. Todos os bancos no Brasil possuem um website com um portal de acesso às contas bancárias, conhecido como Internet Banking ou e-banking. Mas qual a vantagem disso? Bem, neste caso temos vantagens para os dois lados.

Para o cliente do banco, a possibilidade de ver o saldo e outros dados da conta bancária sem sair de casa se tornou algo seguro e fácil. Essa diretriz já foi abordada há muito tempo no comércio eletrônico, onde a compra de um item pode ser feita sem sair da frente do computador. Em cidades grandes, onde os roubos ocorrem geralmente aos redores de bancos, as pessoas decidiram deixar de frequentar as agências e passaram a fazer transações comuns pela Internet. Convenhamos também o fato de que, ao sair de casa para ir ao banco, normalmente as pessoas gastam com transporte e geram outras despesas adicionais durante o percurso, além da demora até chegar ao local.
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Tudo começou com o avanço dos recursos de mapas online. Depois de desenvolverem o Google Maps, a Google apresentou o Street View – um serviço que permite o internauta “andar” pelas ruas de uma cidade através do navegador, como se ele realmente estivesse no local. A novidade foi divulgada nos Estados Unidos, e logo se expandiu pelas cidades da Europa, Japão e recentemente, na América do Sul. No Brasil, o Street View já está disponível nas principais capitais, e aos poucos novas cidades serão adicionadas.
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70 milhões de brasileiros tem acesso à InternetSaudações, internautas!
Acredito que o título deste artigo já não é mais novidade pra ninguém. Ter um computador em casa está se tornando a mesma história que a do telefone fixo residencial. Antigamente somente pessoas com melhores condições financeiras possuíam, mas com a popularização do serviço, todos passaram a comprar um aparelho e assinar uma linha telefônica. O mesmo está acontecendo com o uso de computadores: em um futuro breve, todos terão computadores com acesso à internet em casa.

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Tecnologia da Informação - Fator essencial para o sucessoOlá, leitores! Como eu uso um sistema leitor de RSS, notei que frequentemente recebo notícias de empresas que estão ampliando sua margem de lucro e ganhando um reconhecimento diferenciado no mercado através do investimento em Tecnologia da Informação. Após ler algumas dessas notícias, decidi redigir este breve artigo.
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Contato com a Ci&T

A principal proposta da empresa Ci&T é buscar inovação, rapidez, flexibilidade e valor nos negócios direcionados aos clientes. Seguidores de métodos ágeis e dos conceitos de Lean TI, a Ci&T é fortemente conceituada em competências técnicas e responsáveis pelo sucesso de grandes empresas nacionais, como a Coca-Cola, Pernambucanas, Nestlé e Rede Globo. Anderson Silveira é arquiteto de software da empresa e encarregado por realizar o coaching na disseminação de práticas de engenharia ágil, tais como TDD, one click build e integração contínua.

Apesar de ser um evangelista, eu sou um pouco cético em dizer que nem todas as empresas se encaixam na forma como as metodologias ágeis tratam alguns pontos dentro da corporação, sendo isso uma das primeiras barreiras na adoção de práticas e gerando um conflito cultural dentro das empresas. Diante disso surgem algumas “anomalias” sobre uma má interpretação ou falta de discernimento do que realmente é necessário para sua realidade, caindo em um total descumprimento da essência para que uma determinada prática se originou. O fato de quando nós falamos que as metodologias ágeis são adaptadas, elas não se apoiam na forma como as distorcemos. De modo geral, antes de tudo precisamos conhecer a fundo a cultura da empresa e avaliar se ela esta realmente disposta a passar por tal transformação.

Outro ponto bastante pertinente é a situação do mercado atual, em relação aos clientes e o quanto os mesmos estão dispostos a atuar em um papel de extremo comprometimento com os projetos de software, bem ao controverso do que tradicionalmente era estipulado. No modelo tradicional, toda a informação de levantamento de funcionalidades do software é realizada no início no projeto, então tudo que o cliente precisa fazer é expor todas as suas necessidades. A partir de então, entram em uma fase onde a responsabilidade é passada para a equipe e toda informação/problemas encontrados no caminho é acumulada para a próxima fase, se transformando em um verdadeiro big bang de problemas devido à falta de comunicação constante. No modelo ágil as duas pontas funcionam como uma engrenagem e é fundamental para o sucesso de um projeto. Para isso o cliente precisa estar alinhado com a expectativa de como se espera que ele atue no processo de desenvolvimento.

O fato de funcionar ou não em projetos complexos depende do quão o time está apto para ser ágil. Fazendo a analogia com um jogo de xadrez, fica a critério de como você mexe com as peças durante a sua estratégia de jogo – com o desenvolvimento ágil é a mesma ideia. Vale ressaltar que não existe um roteiro ou uma sequência de passos a serem seguidas no desenvolvimento de software, ou seja, tudo depende de como “jogar” com as praticas ágeis (TDD, IC, Pair Programming, Refactoring, Daily Planning, entre outras) durante o todo desenvolvimento baseado em um time box, conhecida como iteração. A cada iteração você precisa melhorar continuamente o desempenho diante de inspeções e adaptações, sempre baseado em feedbacks constantes eliminando ruídos de comunicação e aprimorando cada vez mais o modelo de coesão da equipe. Parece fácil, mas na prática surgem alguns imprevistos que criam gargalos e impedimentos, que são ainda maiores dentro de uma equipe imatura ou de um coach inadequado.

Sempre é recomendável usar o bom senso ao adotar uma técnica relativamente nova, visto que é muito fácil criar uma grande distorção em cima do assunto. Na minha opinião,  o mercado está evoluindo nesse sentido. No entanto, precisamos ter cautela ao enxergar o quanto isso é viável para o projeto, não com uma visão de riscos internos, mas sim como isso pode abalar a cultura das pessoas envolvidas, afinal os softwares são desenvolvidos por pessoas.

 

Anderson Silveira
Arquiteto de Software – Ci&T

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